Climatempo Astronomia por Marcos Calil
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EFEMÉRIDES ASTRONÔMICAS - DEZEMBRO 2016

 

EDIÇÃO NÚMERO 118 - Ano 9

 

Seu guia de observação do céu noturno a olho nu para a sua cidade (Brasil)

 

 


TODOS OS HORÁRIOS APRESENTADOS AQUI NÃO CONSIDERAM O HORÁRIO DE VERÃO

 

Horário de Verão Brasil 2015/2016: DECRETO Nº 6.558, de 08 de setembro de 2008.
Início à 00h de 16 de outubro de 2016 - Término à 00h de 19 de fevereiro de 2017.
Estados brasileiros envolvidos (decreto nº 8.112, de 2013): Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro,
Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal
.
Links oficiais: Decreto N. 6.558
e Decreto N. 8.112


 

 

 

Fases da Lua

 

Mercúrio

 

Vênus

 

Marte

 

Júpiter

 

Saturno

 

Luz Cinérea

 

Chuvas de meteoros

 

Constelação de Pégaso

 

Constelação do Touro

 

Constelação do Órion

 

Aglomerado estelar M35

 

Aglomerado estelar M44

 

Constelação do Leão

 

Satélites Artificiais

 

Softwares Astronômicos

 

Carta Celeste Online

 

Qual telescópio comprar?

 

Contatos

 

Fontes

 

 

 

 

 

 

UM APANHADO GERAL DO QUE OBSERVAR NO CÉU NOTURNO DA SUA CIDADE

 

De forma geral, Marcos Calil apresenta o que observar no céu noturno em dezembro de 2016. Para saber mais detalhes sobre cada evento assista os vídeos específicos ou inscreva-se no canal do YouTube e Twitter para obter as informações em primeira mão.

 

 

 

 


Acesse agora mesmo o canal do Youtube para expressar suas opiniões!!!

 

Siga Marcos Calil no Twitter e no Youtube

 


 

Acerte seu relógio

 

Horário de acordo com a hora legal brasileira, fornecida pelo Observatório Nacional.

 

Horário de acordo com o horário de verão brasileiro.

 

As informações contidas nesse site NÃO consideram o horário de verão.

 

Para os demais fusos no Brasil, acesse o site http://pcdsh01.on.br/

 

É importante ajustar seu relógio para otimizar suas observações.

 

 

 

Adquira já seu livro Uma Aventura no Espaço de Marcos Calil e Iara Jardim

 

Adquira já o livro de Iara Jardim e Marcos Calil, direto com o autor

 


 

Céu Noturno - Uma introdução para crianças. A história das estrelas, dos planetas e das cosntelações e informações sobre como localizá-los no céu

 

Adquira o livro de Michael Driscoll com consultoria de Marcos Calil

 


 

Currículo Lattes

Marcos Calil

 


 

 

Informações Diárias - Brasil

 

 

 

Dia

Evento - Horário de Brasília (UTC –3h)

30/11 a 06/12

Observe a Luz Cinérea da Lua - Comentário 6.

01- Quinta feira

Após ~18:30 observe a Lua próxima de Mercúrio (magnitude -0.5) - Comentário 1.

02- Sexta feira

Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela rho1 Sagittarii da constelação de Sagitário (magnitude 3.9).
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela Albaldah da constelação de Sagitário (magnitude 2.8).
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela omicron Sagittarii da constelação de Sagitário (magnitude 3.7).

03- Sábado

Após ~18:30 - observe a Lua próxima de Vênus (magnitude -4.1) - Comentário 2.
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela Dabih da constelação de Capricórnio (magnitude 3.0).
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela Algedi da constelação de Capricórnio (magnitude 3.5).

04- Domingo

Após ~19:00 observe a Lua próxima de Marte (magnitude 0.6) - Comentário 3.
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela theta Capricorni da constelação de Capricórnio (magnitude 4.0).

05- Segunda feira

Após ~19:00 observe a Lua próxima de Marte (magnitude 0.6) - Comentário 3.
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela Deneb Algiedi da constelação de Capricórnio (magnitude 2.8).

06- Terça feira

Após ~20:00 - Lua próxima de Netuno (magnitude 7.9). Não é possível observar Netuno a olho nu.
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela lambda Aquarii da constelação de Capricórnio (magnitude 3.7).
Após ~20:00 observe o máximo da chuva de meteoros Phoenicids (PHO) - Comentário 8.
Após ~22:00 observe o máximo da chuva de meteoros Puppid-Velids (PUV) - Comentário 8.

07- Quarta feira

06:03 –Lua na fase do Quarto Crescente, com 50% do seu disco iluminado.

08- Quinta feira

Após ~22:30 observe o máximo da chuva de meteoros December Monocerotids (MON) - Comentário 8.

09- Sexta feira

Após ~20:00 observe a Lua próxima de Urano (magnitude 5.7). A observação a olho nu de Urano é muito difícil de ser realizada.
22:58 (hora São Paulo) - observe com telescópio a ocultação da estrela mu Piscium pela Lua - Comentário 7.

10- Sábado

Após ~21:30 observe o máximo da chuva de meteoros Northern chi Orionids (XOR) - Comentário 8.
Após ~21:30 observe o máximo da chuva de meteoros Southern chi Orionids (XOR) - Comentário 8.
Após ~21:30 observe o máximo da chuva de meteoros 11 Canis Minorids - Comentário 8.
21:44 (hora São Paulo) - observe com telescópio a ocultação da estrela xi Arietis pela Lua - Comentário 7.

11- Domingo

Após ~01:00 observe o máximo da chuva de meteoros sigma Hidrids (HYD) - Comentário 8.
01:38 - Mercúrio em máxima elongação a leste - Comentário 1.
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela xi Tauri da constelação do Touro (magnitude 3.7).
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela omicron Tauri da constelação do Touro (magnitude 3.6).

12- Segunda feira

Após ~20:00 é possível observar a Lua no aglomerado estelar das Híades (magnitude 0.5) - Comentário 11.
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela delta1 Tauri da constelação do Touro (magnitude 3.7).
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela theta1 Tauri da constelação do Touro (magnitude 3.8).
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela theta2 Tauri da constelação do Touro (magnitude 3.4).
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela gamma Tauri da constelação do Touro (magnitude 3.6).
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela epsilon Tauri da constelação do Touro (magnitude 3.5).
Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela Aldebaran da constelação do Touro (magnitude 0.8) - Comentário 11.
Após ~20:00 é possível observar a Lua próxima do aglomerado estelar das Plêiades (magnitude 1.4) - Comentário 11.
20:28 – Observe a Lua no perigeu. Menor distância do centro da Terra com centro da Lua com 358461 km.

13- Terça feira

Após ~20:00 observe a Lua próxima da estrela zeta Tauri da constelação do Touro (magnitude 2.9).
21:05 – Observe a Lua na fase Cheia, com 100% do seu disco iluminado.
Após ~23:00 observe o máximo da chuva de meteoros Geminids (GEM) - Comentário 8.

14- Quarta feira

Após ~20:30 observe a Lua próxima da estrela Alhena da constelação de Gêmeos (magnitude 1.9).
Após ~20:30 observe a Lua próxima da estrela Tejat Posterior da constelação de Gêmeos (magnitude 2.8).
Após ~20:30 observe a Lua próxima do aglomerado estelar M35 (magnitude 5.5) - Comentário 13.

15- Quinta feira

--

16- Sexta feira

02:06 (hora São Paulo) - observe com telescópio a ocultação da estrela 81 Geminorum pela Lua - Comentário 7.
Após ~23:00 observe a Lua próxima da estrela Asellus Australis da constelação do Caranguejo (magnitude 3.9).
Após ~23:00 observe a Lua próxima do aglomerado estelar M44 (magnitude 4.0) - Comentário 14.

17- Sábado

Após ~03:00 observe o máximo da chuva de meteoros Comae Berenicids (COM) - Comentário 8.
Após ~23:30 observe a Lua próxima da estrela omicron Leonis da constelação do Leão (magnitude 3.5).

18- Domingo

Após ~23:59 observe a Lua próxima da estrela rho Leonis da constelação do Leão (magnitude 3.8).
Após ~23:59 observe a Lua próxima da estrela Regulus da constelação do Leão (magnitude 1.3) - Comentário 15.

19- Segunda feira

Após ~00:01 observe a Lua próxima da estrela rho Leonis da constelação do Leão (magnitude 3.8).
Após ~00:01 observe a Lua próxima da estrela Regulus da constelação do Leão (magnitude 1.3) - Comentário 15.

20- Terça feira

00:39 (hora São Paulo) - observe a ocultação da estrela Shang Tseang(sigma Leonis) pela Lua - Comentário 7.
22:56 –Lua na fase do Quarto Minguante, com 50% do seu disco iluminado.
Após ~01:00 observe a Lua próxima da estrela iota Leonis da constelação do Leão (magnitude 4.0).

21 a 28

Observe a Luz Cinérea da Lua - Comentário 6.

21- Quarta feira

00:39 (hora São Paulo) - observe com telescópio a ocultação da estrela 10 Virginis pela Lua - Comentário 7.
Após ~01:30 observe a Lua próxima da estrela Zaniah da constelação da Virgem (magnitude 3.8).
Após ~01:30 observe a Lua próxima da estrela Zavijava da constelação da Virgem (magnitude 3.5).
Após ~02:00 observe o máximo da chuva de meteoros December Leonis Minorids (DLM) - Comentário 8.
10:43 - Solstício de verão no hemisfério sul e solstício de inverno no hemisfério norte - Comentário 12.

22- Quinta feira

Após ~02:00 observe a Lua próxima da estrela Porrima da constelação da Virgem (magnitude 2.7).
Após ~02:00 observe a Lua próxima de Júpiter (magnitude -1.8) - Comentário 4.
Após ~02:30 observe o máximo da chuva de meteoros Ursids (URS) - Comentário 8.

23- Sexta feira

Após ~02:30 observe a Lua próxima da estrela Spica da constelação da Virgem (magnitude 0.9).

24- Sábado

Após ~03:30 observe a Lua próxima da estrela Syrma da constelação da Virgem (magnitude 4.0).
Após ~03:30 observe a Lua próxima da estrela mu Virginis da constelação da Virgem (magnitude 3.8).

25- Domingo

02:54 - Observe a Lua no apogeu. Maior distância do centro da Terra com centro da Lua com 405870 km.
Após ~03:30 observe a Lua próxima da estrela Zubeneschamali da constelação da Balança (magnitude 2.6).
Após ~03:30 observe a Lua próxima da estrela gamma Librae da constelação da Balança (magnitude 3.9).

26- Segunda feira

--

27- Terça feira

--

28- Quarta feira

--

29- Quinta feira

03:53 - Lua entra na fase Nova, com 0% do seu disco iluminado.

30/12 a 04/01/17

Observe a Luz Cinérea da Lua - Comentário 6.

30- Sexta feira

--

31- Sábado

--

01/01/17- Domingo

Após ~20:30 observe a Lua próxima da estrela Deneb Algiedi da constelação de Capricórnio (magnitude 2.8).
Após ~20:30 observe a Lua próxima da estrela Nashira da constelação de Capricórnio (magnitude 3.6).
Após ~19:00 observe a Lua próxima de Vênus (magnitude -4.3) - Comentário 2.

 

 

NOTAS:

 

As aproximações da Lua com as estrelas consideram os seguintes parâmetros:


1- observação realizada a olho nu para estrela de magnitude inferior a 4.0;
2- distância entre Lua e estrela com separação angular máxima de 5 graus;
3- a estrela mais brilhante da constelação (alpha) ou aglomerados e nebulosas observáveis a olho nu, quando próximos da Lua, não consideram o item 2;
4- horário sugestivo para iniciar a observação, sendo válido para todo Brasil, de acordo com o horário de Brasília (UTC -3h) e desconsiderando o horário de verão.

 

As aproximações da Lua com planetas consideram os seguintes parâmetros:


1- observação realizada a olho nu para os planetas Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno;
2- observação realizada com telescópio para os planetas Urano e Netuno;
3- máxima aproximação entre Lua e planeta quando visível no céu noturno;
4- horário sugestivo para iniciar a observação, sendo válido para todo Brasil, de acordo com o horário de Brasília (UTC -3h) e desconsiderando o horário de verão.

 

Vale lembrar que:

 

A magnitude utilizada é a visual, ou seja, o brilho aparente do objeto celeste. É necessário saber que quanto maior for o número apresentado, menor será o brilho do objeto celeste.

 

O limite de observação a olho nu em condições ideais de observação, ou seja, numa noite sem a interferência da Lua, com baixa umidade relativa do ar e sem a interferência da poluição luminosa é 6.0 de magnitude (aproximada). Abaixo desse número, o objeto celeste pode ser observado a olho nu, porém acima desse número, somente mesmo com uso de telescópio ou binóculo. Porém, objetos acima de 8.0 são difíceis de serem observados, mesmo com uso de telescópio.

 

TOPO

 

 

 

Fases da Lua

 

 

 

O horário determinado foi calculado para às 12 horas (meio-dia do Tempo Legal do Distrito Federal - TDF), desconsiderando o horário de verão.

 

A parte branca da ilustração da Lua representa a parte iluminada pelo Sol e a porcentagem descrita indica a fração do disco lunar iluminado pelo Sol com erro de até + ou - 2% para para todo Brasil.

 

 

Fases da Lua para o Brasil durante esse mês.

 

Figura 1. Fases da Lua para o Brasil durante esse mês.

 

LUA AGORA

 

 

Aspecto atual do disco lunar no hemisfério sul.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TOPO

 

 

1- Como observar Mercúrio

 

 

 

Durante esse mês saiba como observar a olho nu o planeta Mercúrio e a sua aproximação com a Lua.

 

 

Vídeo 1. Como observar Mercúrio a olho nu, em dezembro de 2016.

 

 

Com um simples telescópio é possível contemplar as belas fases que o planeta Mercúrio irá apresentar durante esse mês. Confira como observar e as porcentagens do disco iluminado durante o mês de dezembro no vídeo 2.

 

 

Vídeo 2. Como observar as fases de Mercúrio com telescópio, em dezembro de 2016.

 

Aproveite para obter belas fotos de Mercúrio. A dica é apoiar a câmera num tripé ou acoplá-la no telescópio e usufruir do modo manual (letra M muitas vezes presente nas câmeras digitais). Se você obter algumas fotos, envie o shortlink para o nosso Twitter para compartilharmos com todos via RT ou para publicarmos por aqui.

 

Deixe seu registro sobre o que achou sobre esse vídeo no Twitter ou no canal do Youtube do Marcos Calil.

 

 

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2- Como observar Vênus

 

 

 

Durante esse mês saiba como observar a olho nu o planeta Vênus, além da sua aproximação com a Lua.

 

 

Vídeo 3. Como observar Vênus, em dezembro de 2016.

 

Aproveite para obter belas fotos de Vênus. A dica é apoiar a câmera num tripé ou acoplá-la no telescópio e usufruir do modo manual (letra M muitas vezes presente nas câmeras digitais). Se você obter algumas fotos, envie o shortlink para o nosso Twitter para compartilharmos com todos via RT ou para publicarmos por aqui.

 

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3- Como observar Marte

 

 

 

Saiba como observar o planeta Marte a olho nu e a aproximação desse belo planeta com a Lua durante esse mês.

 

 

Vídeo 4. Como observar Marte, em dezembro de 2016.

 

Aproveite para obter belas fotos de Marte. A dica é apoiar a câmera num tripé ou acoplá-la no telescópio e usufruir do modo manual (letra M muitas vezes presente nas câmeras digitais). Se você obter algumas fotos, envie o shortlink para o nosso Twitter para compartilharmos com todos via RT ou para publicarmos por aqui.

 

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4- Como observar Júpiter

 

 

 

Durante esse mês saiba como observar a olho nu o planeta Júpiter, além da aproximação desse planeta com Lua. Saiba também como observar as luas Galileanas de Júpiter através de um simples telescópio.

 

 

Vídeo 5. Como observar Júpiter, em dezembro de 2016.

 

 

Aproveite para obter belas fotos de Júpiter. A dica é apoiar a câmera num tripé ou acoplá-la no telescópio e usufruir do modo manual (letra M muitas vezes presente nas câmeras digitais). Se você obter algumas fotos, envie o shortlink para o nosso Twitter para compartilharmos com todos via RT ou para publicarmos por aqui.

 

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5- Como observar Saturno

 

 

 

Durante esse mês entenda o porquê NÃO poderemos observar a olho nu o planeta Saturno.

 

 

Vídeo 6. Como observar Saturno, em dezembro de 2016.

 

Aproveite para obter belas fotos de Saturno. A dica é apoiar a câmera num tripé ou acoplá-la no telescópio e usufruir do modo manual (letra M muitas vezes presente nas câmeras digitais). Se você obter algumas fotos, envie o shortlink para o nosso Twitter para compartilharmos com todos via RT ou para publicarmos por aqui.

 

Deixe seu registro sobre o que achou sobre esse vídeo no Twitter ou no canal do Youtube do Marcos Calil.

 

 

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6- Luz Cinérea da Lua

 

 

 

A Luz Cinérea da Lua pode ser observada em dois momentos:

 

Caso 1- até no máximo um dia depois da Lua Quarto Minguante até um ou dois dias antes da Nova.

 

Caso 2- entre um a três dias (aproximadamente) depois da Lua Nova até no máximo poucas horas antes do Quarto Crescente.

 

 

Para entender o fenômeno, basta sabermos que a luz do Sol que incide sobre a Terra é refletida para Lua, iluminando sua parte escura. Dessa forma, o que podemos observar é algo parecido com a foto ao lado.

 

Por causa da configuração Sol-Terra-Lua, no primeiro caso com o avançar dos dias, a Luz Cinérea da Lua se torna cada vez mais acentuada, enquanto no segundo caso com o avançar dos dias, a Luz Cinérea da Lua se torna cada vez menos acentuada e, portanto, menos visível.

 

 

Para esse mês, os momentos de observação irão ocorrer entre 30 de novembro e 6 de dezembro, 21 e 28 de dezembro e 30 de dezembro e 4 de janeiro de 2017. De acordo com os casos 1 e 2, as melhores possibilidades de observações irão ocorrer entre 1 e 6 de dezembro, 22 e 26 de dezembro e 31 de dezembro e 4 de janeiro de 2017. Para o anoitecer de 30 de novembro a 6 de dezembro e 30 de dezembro e 4 de janeiro de 2017, a Lua irá se pôr poucos instantes depois do pôr do Sol no horizonte oeste. Para o amanhecer de 21 e 28 de dezembro, a Lua irá nascer poucos instantes antes do nascer do Sol no horizonte leste.

 

Acesse o site da Climatempo para saber os horários do nascer e do ocaso do Sol para sua cidade e assim se programar melhor para poder contemplar e fotografar a luz cinérea da Lua.

 

Luz cinérea por Renato Cassio Poltronieri (Nhandeara - SP). Equipamento Canon Sx30is, tripé fixo.

 

Foto. Luz cinérea por Renato Cassio Poltronieri (Nhandeara - SP). Equipamento Canon Sx30is, tripé fixo.

 

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7- Ocultação de Estrelas pela Lua

 

 

 

Ocultação é o fenômeno que ocorre quando um astro de diâmetro aparente maior passa à frente de outro astro com diâmetro aparente menor.

 

Durante o mês ocorrerão diversas ocultações de estrelas pela Lua, porém visíveis a olho nu, são poucas as ocultações que podem ser facilmente observadas. Vale lembrar que o olho humano consegue observar no máximo magnitudes inferiores a 6.0 e o quanto o disco iluminado da Lua irá refletir a luz solar são fatores importantes que devem ser considerados para conseguir ou não observar o fenômeno. No caso do uso de telescópios, lunetas ou binóculos, quando a Lua estiver próxima da fase cheia, será necessário utilizar filtros para bloquear o excesso de luz lunar.

 

A ocultação máxima de uma estrela chega a 70 minutos, quando a imersão e emersão se verificam em pontos diametralmente opostos da Lua. Uma ocultação de planeta pela Lua é algo mais raro de ocorrer durante o ano.

 

Sabendo desses fatores, podemos observar na tabela 2 a magnitude de cada estrela, a quantidade que o disco da Lua estará iluminado no momento da ocultação e o horário aproximado da ocultação.

Ocultação de Regulus pela Lua por Marcos Calil.

 

Foto. Ocultação de Regulus pela Lua por Marcos Calil.

 

 

 

DATA
ESTRELA/PLANETA
MAGNITUDE
CONSTELAÇÃO
ILUMINAÇÃO DO DISCO LUNAR*
HORÁRIO IMERSÃO**
HORÁRIO EMERSÃO**
COMENTÁRIOS

09/12

10/12

mu Piscium
(219wK4)

4.8

Peixes

+78%
22:58
00:08
7.1

10/12

xi Arietis
(354cB7)

5.5

Carneiro

+87%
21:44
22:28
7.2

16/12

81 Geminorum
(1175cK5)

4.9

Gêmeos

-93%
02:06
03:34
7.3

20/12

Shang Tseang
(1644 B9)

4.1

Leão

-59%
00:39
01:47
7.4

21/12

10 Virginis
(1749wKS)

6.0

Virgem

-48%
01:23
02:27
7.5

 

 

Tabela 2. Ocultação visível durante a noite de estrelas e/ou planetas.

 

Legenda da tabela:

 

*O sinal de menos na columa "Iluminação do disco lunar" indica que a Lua está na fase decrescente e o sinal de mais na sua fase crescente.

 

** De forma muito simplificada, imersão é a entrada da estrela atrás da Lua e emersão é sua saída. Os horários calculados de imersão e emersão são para observadores localizados na cidade de São Paulo durante o início (imersão) e fim (emersão) do evento de acordo com o horário de Brasília, desconsiderando o horário de verão. Para observadores localizados fora dessa latitude e longitude de São Paulo, o início do fenômeno poderá ocorrer até 1 hora antes ou depois e seu término até uma hora antes ou depois do horário descrito dependendo da sua localização. Também deverá ser considerado o fuso horário do local de acordo com o horário de Brasília.

 

 

Legenda do mapa:

 

- Região vermelha à esquerda - ocultação que ocorre próximo anoitecer;


- Região vermelha à direita - ocultação que ocorre próximo amanhcer;

 

- Região azul à esquerda - ocultação que ocorre próximo do horizonte leste, instantes próximo do nascer da Lua. Nessas condições como a Lua se localiza próxima da linha do horizonte a observação da ocultação da estrela é prejudicada;

 

- Região azul à direita - ocultação que ocorre próximo do horizonte oeste, instantes próximo do pôr da Lua. Nessas condições como a Lua se localiza próxima da linha do horizonte a observação da ocultação da estrela é prejudicada;

 

- Faixa branca - local que é possível realizar a observação da ocultação. Deve-se saber que quanto mais próximo da linha branca o observador se localiza, mais à “borda” da Lua a estrela será ocultada.

 

 

7.1- mu Piscium (219wK4)

 

Na madrugada de 09 para 10 de dezembro a estrela Tegime, pertencente a constelação de Peixes será ocultada pela Lua. O momento da imersão irá ocorrer às 22h58min na parte não iluminada da Lua. O seu reaparecimento (emersão) ocorrerá às 00h08min na parte iluminada da Lua. Vale lembrar que os horários da imersão e emersão se modificam para as demais regiões do Brasil localizadas fora da cidade de São Paulo. Sendo assim, para essas regiões, os fenômenos da imersão ou emersão poderão ocorrer cerca de 30 minutos antes ou depois dos horários estipulados para São Paulo. Dessa forma, sempre é bom preparar a observação, cerca de 30 minutos antes do horário apresentado.

 

Essa ocultação não será possível de ser observada a olho nu para quem estiver localizado numa cidade com poluição luminosa. Para esses observadores será necessário o uso de um telescópio ou binóculo apoiado num tripé. Para os observadores localizados nas cidades sem poluição luminosa, com certeza habilidade, será possível de contemplar essa ocultação a olho nu, porém a melhor recomendação é o uso de um telescópio ou binóculo apoiado num tripé. Isso porque, a estrela mu Piscium possui magnitude 4.8 e a Lua estará com 78% do seu disco iluminado.

 

De acordo com a figura 2, a ocultação dessa estrela poderá ser observada para quem estiver localizado entre as linhas brancas, indicadas no mapa. Para os observadores no Brasil localizados fora dessa faixa será possível contemplar a estrela passando próxima da Lua.

Faixa de observação da ocultação.

 

Figura 2. Faixa de observação da ocultação.

 


 

7.2- xi Arietis (354cB7)

 

Na noite de 10 de dezembro a estrela xi Arietis, pertencente a constelação do Carneiro será ocultada pela Lua. O momento da imersão irá ocorrer às 21h44min na parte não iluminada da Lua. O seu reaparecimento (emersão) ocorrerá às 22h28min na parte iluminada da Lua. Vale lembrar que os horários da imersão e emersão se modificam para as demais regiões do Brasil localizadas fora da cidade de São Paulo. Sendo assim, para essas regiões, os fenômenos da imersão ou emersão poderão ocorrer cerca de 30 minutos antes ou depois dos horários estipulados para São Paulo. Dessa forma, sempre é bom preparar a observação, cerca de 30 minutos antes do horário apresentado.

 

Essa ocultação não será possível de ser observada a olho nu para quem estiver localizado numa cidade com ou sem poluição luminosa. Como a estrela xi Arietis possui magnitude 5.5 e a Lua estará com 87% do seu disco iluminado, o fraco brilho dessa estrela será ofuscado pela Lua. Assim, será necessário o uso de um telescópio ou binóculo apoiado num tripé para contemplar essa ocultação.

 

De acordo com a figura 3, a ocultação dessa estrela poderá ser observada para quem estiver localizado abaixo da linha branca, indicada no mapa. Para os observadores no Brasil localizados acima dessa linha será possível contemplar a estrela passando próxima da Lua.

Faixa de observação da ocultação.

 

Figura 3. Faixa de observação da ocultação.

 


 

7.3- 81 Geminorum (1175cK5)

 

Na madrugada de 16 de dezembro a estrela 81 Geminorum, pertencente a constelação de Gêmeos será ocultada pela Lua. O momento da imersão irá ocorrer às 02h06min na parte iluminada da Lua. O seu reaparecimento (emersão) ocorrerá às 03h34min na parte não iluminada da Lua. Vale lembrar que os horários da imersão e emersão se modificam para as demais regiões do Brasil localizadas fora da cidade de São Paulo. Sendo assim, para essas regiões, os fenômenos da imersão ou emersão poderão ocorrer cerca de 30 minutos antes ou depois dos horários estipulados para São Paulo. Dessa forma, sempre é bom preparar a observação, cerca de 30 minutos antes do horário apresentado.

 

Essa ocultação não será possível de ser observada a olho nu para quem estiver localizado numa cidade com ou sem poluição luminosa. Como a estrela 81 Geminorum possui magnitude 4.9 e a Lua estará com 93% do seu disco iluminado, o brilho dessa estrela será ofuscado pela Lua. Assim, será necessário o uso de um telescópio ou binóculo apoiado num tripé para contemplar essa ocultação. Recomenda-se o uso de um filtro lunar ou uma tampa com um pequeno orifício aberto na frente do telescópio para minimizar o forte brilho da Lua.

 

De acordo com a figura 4, a ocultação dessa estrela poderá ser observada para quem estiver localizado entre as linhas brancas, indicadas no mapa. Para os observadores no Brasil localizados fora dessa faixa será possível contemplar a estrela passando próxima da Lua.

Faixa de observação da ocultação.

 

Figura 4. Faixa de observação da ocultação.

 


7.4- Shang Tseang (1644 B9)

 

Na madrugada de 20 de dezembro a estrela Shang Tseang, conhecida também como sigma Leonis e que pertence a constelação do Leão será ocultada pela Lua. O momento da imersão irá ocorrer às 00h39min na parte iluminada da Lua. O seu reaparecimento (emersão) ocorrerá às 01h47min na parte não iluminada da Lua. Vale lembrar que os horários da imersão e emersão se modificam para as demais regiões do Brasil localizadas fora da cidade de São Paulo. Sendo assim, para essas regiões, os fenômenos da imersão ou emersão poderão ocorrer cerca de 30 minutos antes ou depois dos horários estipulados para São Paulo. Dessa forma, sempre é bom preparar a observação, cerca de 30 minutos antes do horário apresentado.

 

A estrela Shang Tseang possui magnitude 4.1 e para o momento da ocultação a Lua estará com 59% do seu disco iluminado. Com base nesses dados, podemos afirmar que a imersão será difícil de ser observada a olho nu, mesmo nas cidades sem poluição luminosa. Porém, a emersão, por ocorrer na parte não iluminada da Lua poderá ser observada com certa destreza a olho nu, nas cidades sem poluição luminosa. Para os observadores localizados nas cidades com poluição luminosa, tanto para a imersão como para a emersão será necessário utilizar um telescópio ou binóculo apoiado num tripé para contemplar essa ocultação.

 

De acordo com a figura 5, a ocultação dessa estrela poderá ser observada para quem estiver localizado entre as linhas brancas, indicadas no mapa. Para os observadores no Brasil localizados fora dessa faixa será possível contemplar a estrela passando próxima da Lua. Para os observadores localizados dentro da elipse azul, a ocultação ocorrerá quando a Lua estiver nascendo no horizonte leste. Por essa razão, para esses observadores será necessário ter um horizonte leste livre da interferência da poluição luminosa, mesmo com uso de telescópio ou binóculo, além de um horizonte sem a presença de prédios, árvores, montanhas ou qualquer outro objeto que atrapalhe a contemplação desse fenômeno.

Faixa de observação da ocultação.

 

Figura 5. Faixa de observação da ocultação.

 


7.5- 10 Virginis (1749wKS)

 

Na madrugada de 21 de dezembro a estrela 10 Virginis que pertence a constelação da Virgem será ocultada pela Lua. O momento da imersão irá ocorrer às 01h23min na parte iluminada da Lua. O seu reaparecimento (emersão) ocorrerá às 02h27min na parte não iluminada da Lua. Vale lembrar que os horários da imersão e emersão se modificam para as demais regiões do Brasil localizadas fora da cidade de São Paulo. Sendo assim, para essas regiões, os fenômenos da imersão ou emersão poderão ocorrer cerca de 30 minutos antes ou depois dos horários estipulados para São Paulo. Dessa forma, sempre é bom preparar a observação, cerca de 30 minutos antes do horário apresentado.

 

Como a estrela 10 Virginis possui magnitude 6.0 e para o momento da ocultação a Lua estará com 48% do seu disco iluminado a observação a olho nu desse evento será impossível de ser realizada. Será necessário o uso do telescópio ou binóculo apoiado num tripé para quem estiver numa cidade com ou sem poluição luminosa.

 

De acordo com a figura 6, a ocultação dessa estrela poderá ser observada para quem estiver localizado entre as linhas brancas, indicadas no mapa. Para os observadores no Brasil localizados fora dessa faixa será possível contemplar a estrela passando próxima da Lua. Para os observadores localizados dentro da elipse azul, a ocultação ocorrerá quando a Lua estiver nascendo no horizonte leste. Por essa razão, para esses observadores será necessário ter um horizonte leste livre da interferência da poluição luminosa, mesmo com uso de telescópio ou binóculo, além de um horizonte sem a presença de prédios, árvores, montanhas ou qualquer outro objeto que atrapalhe a contemplação desse fenômeno.

Faixa de observação da ocultação.

 

Figura 6. Faixa de observação da ocultação.

 

 

TOPO

 

8- Chuva de Meteoros

 

 

 

Os meteoros, popularmente chamados de "estrelas cadentes" são os rastros luminosos proporcionados pela rápida passagem de corpos variados na alta atmosfera terrestre. Esses meteoros são produzidos por pequenos corpos que, gravitando em torno do Sol, ao atingirem em grande velocidade a atmosfera terrestre, tornam-se incandescentes pelo choque com as moléculas de ar, reduzindo-se na maioria a pó antes de alcançarem o solo. Porém, alguns corpos conseguem vencer o calor da fricção e associado a seu tamanho considerável ou uma entrada na atmosfera com velocidade baixa, produzem um aspecto similar a uma bola incandescente no céu. Como resultado, durante a sua passagem, produzem um som intenso e após a sua passagem deixam um rastro de fumaça. Esses corpos são chamados de Bólidos. Por ser chamado de "fireball" em inglês, a tradução popular para o português se tornou "bola de fogo", porém o termo científico correto é Bólido. Os corpos que conseguem atingir o chão são chamados de meteoritos. Com uma certa experiência, pode-se encontrar diversos meteoritos após a ocorrência de um meteoro e, principalmente, após a ocorrência de um bólido. O valor do grama de um meteorito pode variar de acordo com sua composição química e procedência.

Marcos Calil recomenda:

 

BRAMON

 

Brazilian Meteor

Observation Network

Os meteoros podem ser: esporádicos, ou seja, que ocorrem sem nenhuma previsão, porém sendo muito comuns ou; provenientes das chuvas de meteoros, sendo previstos com datas praticamente fixas. Relacionamos aqui as chuvas de meteoros previsíveis para esse mês, tendo como base os históricos das chuvas dos anos anteriores.

 

 

Chuva
P
M
Horário
C
CCT
THZ
r
V
LUA (%)
Comentário
Phoenicids (PHO)

28/11

09/12

06/12
20h
Fênix

a = 1:02

d = -48

Var até 100
2.8
11
45%
8.1
Puppid-Velids (PUV)

02/12

22/12

06/12
22h
Popa

a = 9:24

d = -43

~5
2.9
37
45% - s/l
8.2
December Monocerotids (MON)

27/11

17/12

08/12
22h30min
Unicórnio

a = 6:47

d = +08

02
3.0
42
68% - s/l
8.3
Northern chi Orionids (XOR)

16/11

16/12

10/12
21h30min
Órion

a = 5:27

d = +23

05
?
25
87%
8.3
Southern chi Orionids (XOR)

02/12

18/12

10/12
21h30min
Órion

a = 5:51

d = +20

05
?
25
87%
8.3
11 Canis Minorids

04/12

15/12

10/12
21h30min
Cão Menor

a = 7:48

d = +13

05
?
28
87%
8.3
sigma Hidrids (HYD)

03/12

15/12

11/12
01h
Hidra

a = 8:48

d = +00

03
3.0
58
88% - s/l
8.3
Geminids (GEM)

04/12

17/12

13/12
23h
Gêmeos

a = 7:28

d = +33

120
2.6
35
98%
8.3
Comae Berenicids (COM)

12/12

23/01

17/12
03h
Cabeleira da Berenice

a = 11:40

d = +18

03
3.0
65
86%
Melhor observada nas regiões nordeste e norte do Brasil. Lua atrapalha observação.
December Leonis Minorids (DLM)

05/12

04/02

21/12
02h
Leão Menor

a = 10:44

d = +33

05
3.0
64
48%
--
Ursids (URS)

17/12

26/12

22/12
02h30min
Ursa Menor

a = 14:28

d = +76

10 a 50
3.0
33
38%
Observada no norte do Brasil.

 

 

Tabela 3. Chuva de meteoros desse mês.

 

 

 

Legenda:

 

CHUVA - indica o nome da chuva em questão. Sempre que constar, prevalece por padrão as informações da UAI;

 

P - Período em que ocorrerá a chuva. Informações obtidas pelo cruzamento das fontes analisadas. Havendo discrepâncias entre as fontes, os dados serão informados;

 

M - Momento máximo que irá ocorrer a chuva. Essa é a melhor data para observar de acordo com o horário de observação proposto para o Brasil. Porém, vale saber que o observador poderá contemplar a chuva entre 2 ou 3 dias antes ou depois do momento máximo. Informações obtidas pelo cruzamento das fontes analisadas. Havendo discrepâncias entre as fontes, os dados serão informados;

 

HORÁRIO - Horário que leva em consideração o momento que o radiante da chuva estará cerca de 30 graus acima da linha do horizonte. Isso não significa o melhor horário de observação. Alguns meteoros podem surgir antes ou depois do aparecimento do radiante. Informações nossas;

 

C - Constelação associada a chuva. Informações nossas, de acordo com o CCT adquirido;

 

CCT - Posição para observação dadas em coordenadas equatoriais (J2000), sendo: a: ascensão reta e; d: declinação. Sempre que constar, prevalece por padrão as informações da UAI.

 

THZ - Taxa Horária Zenital - um número máximo calculado de meteoros que um observador pode apreciar, numa noite sem a inferência da Lua, com o céu perfeitamente limpo e com radiante na sua máxima altura. Quando ocorrer uma chuva periódica, ou seja, sem previsão da taxa por hora, a mesma será representada por "?". Quando aparecer o termo "VAR" significa que a chuva tem histórico de variação da quantidade de meteoros observados, sendo difícil de prever a quantidade. Informações obtidas pelo cruzamento das fontes analisadas. Havendo discrepâncias entre as fontes, os dados serão informados;

 

r - Índice provável de magnitude da chuva. Quanto menor o valor mais fácil será sua observação. Como parâmetro, para as cidades com poluição luminosa, são indicados valores menores do que 3.0. Informações obtidas pelo cruzamento das fontes analisadas. Havendo discrepâncias entre as fontes, os dados serão informados;

 

V - Velocidade de entrada atmosférica do meteoro, dada em km/s. As velocidades variam entre 11 km/s (muito lento), 40 km/s (médio) e 72 km/s (muito rápido). , Sempre que constar, prevalece por padrão as informações da UAI.

 

LUA (%) - Porcentagem do disco iluminado para o melhor momento de observação da chuva. No caso sem influência da Lua durante a chuva de meteoros é atribuído o símbolo s/l. Lua próxima da fase cheia e do radiante atrapalha a observação dos meteoros. Informações nossas;

 

FONTE - Referências das informações obtidas. Quando mais de uma, foram realizadas comparações entre as informações e/ou adições das informações, quando não existente numa determinada fonte, porém apresentada na outra. Siglas: UAI - Meteor Data Center; IMO - International Meteor Organization; AMSL - Alpo Meteor Shower List; CS - CalSky; AMS - The American Meteor Society, MET - MetBlog e; MSO - Meteor Showers Online.

 

COMENTÁRIO - Quando existir o número, a chuva será comentada no seu respectivo número. Informações nossas.

 

 

Comentários:

 

 

8.1 - 06/12 - Phoenicids (PHO)

 

Pelo histórico, a chuva Phoenicids possui uma variação acentuada, quando analisada sua taxa horária zenital. Por isso, a previsão é entre 3 a 100 meteoros a cada uma hora. Durante essa chuva de meteoros (no popular “estrelas cadentes”), para esse ano a Lua irá ofuscar o brilho de alguns poucos meteoros. Será uma boa chuva de meteoros para ser contemplada fora das cidades com poluição luminosa. Nas cidades com poluição luminosa, por causa da magnitude prevista de 2.8 e pela Lua estar relativamete próxima do radiante com 45% do seu disco iluminado, a observação a olho nu será prejudicada, porém vale tentar observar.

 

A constelação da Fênix pode ser observada logo após o pôr do Sol, bem alta no céu, no horizonte sul, localizada um pouco mais abaixo em relação ao ponto mais alto do céu. Explicando melhor, logo após o pôr do Sol, para auxiliar a localização dessa constelação no céu, o observador deverá saber que após ter localizado o horizonte sul, basta subir os olhos cerca de 60 graus e contemplar a região que irá ocorrer o radiante da chuva. Outra referência para localizar essa constelação é identificar a estrela brilhante Achernar (magnitude 0.4) da constelação do Erídano, que está próxima da constelação da Fênix. Vale tentar observar essa bela chuva e torcer para que tenhamos mais de 100 meteoros a cada uma hora.

 

 

8.2 - 06/12 - Puppid-Velids (PUV)

 

O radiante da chuva Puppid-Velids está localizado na constelação da Vela, porém bem no limite com a constelação da Popa. Para esse ano, a Lua não irá atrapalhar a observação dos meteoros. Sendo assim, mesmo para os moradores nas cidades com poluição luminosa, a observação desses meteoros não será prejudicada.

 

A localização do radiante dessa chuva na constelação da Popa é simples de ser realizada. Logo após o ocaso do Sol a constelação da Popa irá surgir no horizonte sudeste. Porém, esse não será o melhor horário de observação. O observador deverá esperar até, aproximadamente, às 22 horas para iniciar a contemplação dos meteoros. Para esse horário, a constelação da Popa estará pouco acima do horizonte leste-sudeste e logo abaixo da estrela mais brilhante do céu noturno: a estrela Sírius, que pertence a constelação do Cão Maior. Com o avançar das horas, teremos o melhor momento de observação dessa chuva que ocorrerá, por volta das 3 horas da manhã. Nesse horário a constelação da Popa estará localizada acima do ponto cardeal sul, próxima da parte mais alta no céu.

 

A taxa horária zenital dessa chuva é de, aproximadamente, 5 meteoros a cada uma hora, com magnitude de 2.9, sendo observada somente nas cidades que não possuem poluição luminosa. A velocidade estimada dos meteoros é de 37 km/s e os meteoros dessa chuva geralmente possuem uma cor azulada, proporcionando um belo espetáculo no céu.

 

 

8.3 - Chuvas de meteoros:

08/12 - Monocerotids (MON)

10/12 - Northern chi Orionids (XOR)

10/12 - Southern chi Orionids (XOR)

10/12 - 11 Canis Minorids

11/12 - Sigma Hidrids (HYD)

13/12 - Geminids (GEM)

 

Durante as noites de 08 a 14 de dezembro, teremos seis chuvas de meteoros (estrelas cadentes) ocorrendo próximas entre si e podendo ser visíveis a olho nu mesmo nas cidades com poluição luminosa. Vale lembrar que para os observadores localizados nas cidades com poluição luminosa a quantidade de meteoros por hora (THZ) será menor, se comparado com os observadores localizados nas cidades sem poluição luminosa, mas o que não significa que deixará de ser um belo espetáculo no céu. Como as datas são relativamente próximas, o que poderemos ver são vários meteoros riscando o céu nas constelações do Unicórnio, Órion, Cão Menor, Hidra e Gêmeos.

 

À seguir, especificaremos cada uma dessas chuvas de meteoros:

 

 

- Monocerotids (MON):

 

A primeira chuva dessa região do céu será a Monocerotids, localizada na constelação do Unicórnio. Em 08 de dezembro e, praticamente durante todo o mês, essa constelação se fará presente acima do horizonte leste, por volta das 21 horas. Porém a contemplação dos seus meteoros, poderá ocorrer após às 22h30min. A baixa quantidade de meteoros por hora, cerca de 2 a cada uma hora, não impolga a observação por si só dessa chuva. Porém, como nos dias 10 a 13 de dezembro teremos a ocorrência de outras 5 chuvas, pode ser que observaremos outros meteoros, oriundos dessas 5 chuvas.

 

Para esse ano, a Lua não irá atrapalhar a observação dessa chuva. Mais um motivo para empolgar o contempladores de chuvas de meteoros.

 

 

- Northern chi Orionids (XOR) e Southern chi Orionids (XOR):

 

O chi Orionids Complex, que compreendem as chuvas Northern chi Orionids (XOR) e Southern chi Orionids (XOR) praticamente ocorrem no mesmo lugar, tendo uma incidência de 5 meteoros por hora para cada chuva. Em específico, a chuva Southern chi Orionids proporcionará meteoros que deixam rastros e são muito brilhantes. A velocidade dos meteoros de ambas as chuvas é de 25 km/s, ou seja, meteoros lentos.

 

Para esse ano, em 10 de dezembro, quando ocorre o máximo dessas duas chuvas, teremos a presença da Lua na constelação do Carneiro (Aries), próxima da constelação do Touro e Órion, com 87% do seu disco iluminado. Esse forte brilho da Lua irá ofuscar alguns meteoros, atrapalhando assim a contemplação de alguns meteoros. Sendo assim, aconselhamos a observação dessas duas chuvas e também da chuva 11 Canis Minorids nas noites de 6 a 9, quando a Lua não atrapalha muito a observação.

 

 

- 11 Canis Minorids:

 

No mesmo instante que irão ocorrer as chuvas de meteoros Northern chi Orionids (XOR) e Southern chi Orionids (XOR), também irá ocorrer a chuva 11 Canis Minorids (beta Canis Minoris), localizada na constelação do Cão Menor. Essa constelação, que possui a brilhante estrela de nome Procyon está localizada próxima da constelação de Órion (região das chuvas Northern chi Orionids e Southern chi Orionids). Para a chuva 11 Canis Minorids são previstos 5 meteoros a cada uma hora com meteoros lentos, atigindo uma velocidade de 28 km/s.

 

As questões que envolvem a observação dessa chuva, quanto a influência do brilho da Lua é a mesma, se comparada com as chuvas Northern chi Orionids (XOR) e Southern chi Orionids (XOR). Isso porque, a constelação do Cão Menor está muito próxima da constelação de Órion e a ocorrência do máximo dessas três chuvas acontecem na mesma noite. Dessa forma, a Lua também irá atrapalhar a observação dos meteoros oriundos da chuva 11 Canis Minorids na noite de 10 dezembro, quando ocorrerá o máximo dessa chuva..

 

Para localizar o Cão Menor no céu, utilize as populares "Três Marias" como referência e as informações sobre a localização da constelação de Órion, presentes nos comentários sobre as chuvas Northern chi Orionids e Southern chi Orionids e nos comentários sobre a constelação de Órion. Além disso, se precisar, utilize a figura 7 para poder localizar as "Três Marias" e a estrela Procyon. Será nessa região próxima a estrela Procyon que teremos o radiante da chuva de meteoros 11 Canis Minorids.

 

 

- Sigma Hidrids (HYD):

 

Na noite de 11 de dezembro será a vez do máximo da chuva sigma Hidrids, com a previsão de 3 meteoros a cada uma hora. Mesmo que essa chuva ocorra na noite seguinte após as três chuvas citadas acima e duas noites antes da chuva Geminids, a probabilidade de termos diversos meteoros oriundos dessas cinco chuvas ao mesmo tempo é grande. Em específico, para a chuva de meteoros sigma Hidrids, a Lua não irá atrapalhar a observação dos meteoros.

 

Para poder localizar a constelação da Hidra, basta saber que a cabeça da Hidra está localizada próxima das constelações de Órion, do Cão Maior e do Unicórnio. Por essa razão, para poder contemplar a chuva de meteoros Sigma Hidrids, localizada na constelação da Hidra, vale esperar até 1 hora da manhã para iniciar a observação dos meteoros que irão surgir nessa região do céu, pouco acima do horizonte leste-nordeste. Mas, para quem é mais aficionado vale iniciar a observação após às 21h30min, para contemplar os meteoros das outras chuvas dessa região.

 

 

- Geminids (GEM):

 

Conforme a International Meteor Organization (IMO), nos últimos anos, a taxa horária zenital (THZ) dessa chuva tem se mostrado mais confiável, apresentando uma média de 120 meteoros a cada uma hora. Durante as duas últimas décadas, todos os meteoros ocorreram entre as coordenadas λ⊙ = 261.5◦ e 262.4◦, das 16h de 13 de dezembro às 14h de 14 de dezembro (Horário de Brasília, desconsiderando o horário de verão). Analisando essas informações da IMO, o melhor momento de observação dessa chuva ocorrerá entre 13 e 14 de dezembro. Como o radiante dessa chuva estará localizado próximo da estrela Castor, na constelação de Gêmeos, mais especificamente com AR = 7h28min e Decl = +33 graus, a observação poderá ser iniciada, em 13 de dezembro, após às 23h. Porém, o mais indicado é observar essa chuva entre 1h e 4h, de 14 de dezembro. Isso não impede de realizar as observações à partir das 23h de 14 de dezembro até o amanhecer de 15 de dezembro. Pois, conforme relata a IMO, a modelagem teórica realizada por Jérémie Vaubaillon apresentou uma grande densidade de partículas de poeiras que poderiam ser encontradas durante o dia claro de 15 de dezembro, instante na qual, observadores podem estar cientes em ajudar a refinar o trabalho de modelagem desse trabalho. Continua ainda a IMO: seja qual for o caso do instante máximo dessa chuva, geralmente a taxa da chuva Geminids persiste por quase um dia.

 

Em específico, para esse ano de 2016, a Lua irá atrapalhar a observação. Isso porque, o nosso satélite natural estará com 98% do seu disco iluminado, localizado na constelação do Touro, muito próxima da constelação de Gêmeos. Mas, se mesmo assim o observador desejar observar essa chuva, para poder localizar a constelação de Gêmeos será necessário encontrar as brilhantes estrelas Pollux e Castor. Próxima dessas estrelas estará o radiante da Chuva Geminds. A figura 7 ilustra a região dessa chuva que são esperados 2 meteoros a cada um minuto. Para se ter uma ideia da importância e expectativa dessa chuva, em 1985, foram observados 4960 meteoros a cada uma hora!!! Sem dúvida, seria um lindo espetáculo no céu, se não fosse a presença da Lua. Mas, vale tentar observar alguns meteoros, principalmente para quem estiver nas cidades sem poluição luminosa. Para quem estiver nas cidades com poluição luminosa será muito difícil observar algum meteoro.

 

A figura 7, ilustra os locais que irão ocorrer as chuvas de meteoros Monocerotids (MON), Northern chi Orionids (XOR), Southern chi Orionids (XOR), 11 Canis Minorids, sigma Hydrids (HYD) e Geminids (GEM). Nessa figura são indicados os nomes das estrelas mais brilhantes dessa região do céu e que podem auxiliar o observador na localização dos radiantes das chuvas de meteoros. Essa região do céu, ilustrada na figura 7, foi concebida para noite de 13 de dezembro de 2016, por volta das 22:30, servindo-se para observação de todas as chuvas descritas nesse item.

 

Chuvas de meteoros Monocerotids (MON), Northern chi Orionds (XOR), Southern chi Orionids (XOR), 11 Canis Minorids, sigma Hidrids (HYD) e Geminids (GEM) com referências das estrelas e constelações.

 

Figura 14. Chuvas de meteoros Monocerotids (MON), Northern chi Orionds (XOR), Southern chi Orionids (XOR),

11 Canis Minorids, sigma Hidrids (HYD) e Geminids (GEM) com referências das estrelas e constelações.

 

 

 

Leia os comentários sobre a Constelação do Touro e da Constelação de Órion, para otimizar suas observações e localizar com mais facilidade essas chuvas de meteoros.

 

 

TOPO

 

 

10- Constelação do Pégaso

 

 

 

A constelação do cavalo alado Pégaso é a constelação típica da estação da primavera para o hemisfério sul e outono para o hemisfério norte. Localizada na região onde se encontram as constelações boreais, ou seja, para o lado norte do céu, essa constelação pode ser facilmente contemplada se o observador encontrar o asterismo chamado "Quadrilátero de Pegasus". Esse quadrilátero é formado por quatro estrelas, onde uma delas pertence a constelação de Andrômeda. São as estrelas Scheat, Markab, Algenib e a estrela Alpheratz da constelação de Andrômeda.

 

Para esse mês de dezembro, como o equinócio da primavera para o hemisfério sul e o equinócio do outono para o hemisfério norte iniciou em 22 de setembro, para esse mês, a constelação de Pégaso poderá ser observada acima do horizonte norte-noroeste, cerca de 1 hora após o ocaso do Sol. Com o avançar das horas, essa constelação se dirige para o horizonte oeste quando, por volta das 22h30min, teremos parte do ocaso dessa constelação. Assista o vídeo 7 para saber mais sobre como observar a constelação do Pégaso.

 

 

 

Vídeo 7. Como observar a constelação de Pégaso, em dezembro de 2016.

 

 

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TOPO

 

11- Constelação do Touro

 

 

 

A constelação do Touro pode ser facilmente observada no céu, mesmo nas cidades com alto índice de poluição luminosa. A estrela mais brilhante dessa constelação, localizada no olho do Touro, chama-se Aldebaran. Seu nome provém da palavra árabe al-dabarān que significa "aquela que segue", referência à forma como a estrela parece seguir o aglomerado das Plêiades durante o seu movimento aparente ao longo do céu. Aldebaran é uma estrela gigante vermelha-laranja, o que lhe proporciona uma cor alaranjada quando observada. Sua distância da Terra é de 65 anos-luz, tendo uma luminosidade 150 vezes maior do que o Sol e sua magnitude aparente (brilho do astro) é de 0.84, o que lhe confere a décima terceira estrela mais brilhante do céu noturno. Por essa razão, a estrela Aldebaran pode ser facilmente observada nas grandes e pequenas cidades com alto ou baixo índice de poluição luminosa.

 

Nessa constelação temos dois aglomerados estelares fáceis de serem observados. Trata-se das Híades e das Plêiades. O aglomerado aberto das Híades têm um formato em "V" simbolizando a cabeça do Touro. É importante saber que apesar da estrela Aldebaran se localizar de forma aparente na mesma região das Híades, essa estrela não pertence a esse aglomerado aberto. Isso porque Aldebaran está à 65 anos-luz de nós e as Híades está à 150 anos-luz. Por uma questão de perspectiva quando visto da Terra, temos a impressão que Aldebaran faz parte desse aglomerado, porém é apenas uma ilusão.

 

 

O aglomerado estelar das Plêiades é um aglomerado aberto podendo ser facilmente contemplado a olho nu. Esse aglomerado é muito apreciado pelos astrônomos por sua beleza e fácil localização. As Plêiades também são conhecidas por vários outros nomes tais como: "As sete irmãs", "A galinha e os setes pintinhos" no interior do Brasil ou como "Subaru" no Japão. Mas, pelo termo mais técnico, esse aglomerado aberto de estrelas é chamado de M45 pela classificação do catálogo Messier e está localizada na constelação do Touro. Seis das estrelas nas Plêiades são visíveis sem o auxílio de qualquer instrumento óptico, se o observador estiver num local sem poluição luminosa. Aproximadamente 500 estrelas pertencem ao aglomerado estelar aberto das Plêiades e a maioria delas são fracas. Munido de um simples instrumento óptico, o aglomerado poderá ser apreciado com mais facilidade, principalmente com o auxílio de binóculos.

 

Observe na foto o aspecto das Plêiades que podemos observar com o uso de telescópio ou binóculo. Essa foto foi obtida remotamente por Marcos Calil de São Paulo (Brasil) com acesso ao observatório localizado nas Ilhas Canárias (África) obtida com auxílio de um telescópio com 85mm de abertura e uma CCD Kodak KAI-2020M na madrugada de 09 de setembro de 2008 à 01:06 (hora local - São Paulo).

O aglomerado das Plêiades por Marcos Calil.

 

Foto. O aglomerado das Plêiades por Marcos Calil.

 

 

Para esse mês, a constelação do Touro poderá ser observada pouco acima dos horizontes nordeste e leste, cerca de 1 hora após o ocaso do Sol. Com o avançar das horas, essa constelação ganha altura e por volta da 23 horas irá atingir o ponto mais alto do céu. Depois disso, com o avançar das horas o Touro se dirige para o horizonte oeste e por volta das 4 horas irá ocorrer o ocaso das estrelas que pertencem a constelação do Touro.

 

Em especial, em 12 de dezembro, destacamos a aproximação da Lua com o aglomerado estelar das Híades e Plêiades, além da brilhante estrela Aldebaran. Para essa noite o nosso satélite natural estará com 98% do seu disco iluminado, ofuscando os objetos celestes à sua volta. Sendo assim, independente da aproximação da Lua com as Híades,, a estrela Aldebaran e as Plêiades, prefira contemplar a constelação do Touro, principalmente quando a Lua não estará presente na constelação do Touro, pois assim o nosso satélite natural não irá ofuscar os pricipais objetos celestes da constelação do Touro, como de fato irá ocorrer na noite de 12 dezembro. Assista o vídeo 8 para saber mais sobre como observar a constelação do Touro para esse mês.

 

 

 

Vídeo 8. Como observar a constelação do Touro, em dezembro de 2016.

 

 

Deixe seu registro sobre o que achou sobre esse vídeo no Twitter ou no canal do Youtube do Marcos Calil.

 

 

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12- Constelação do Órion

 

 

 

A constelação do gigante caçador Órion é a constelação símbolo do verão para os moradores no hemisfério sul e do inverno para os moradores do hemisfério norte. Em determinadas latitudes do Brasil, essa constelação pode ser observada a partir de meados de julho, poucos instantes do amanhecer no horizonte leste. Com o avançar dos meses, os brasileiros podem contemplar essa constelação cada vez mais cedo até a chegada do verão, quando essa constelação pode ser contemplada no horizonte leste logo no início do anoitecer. Em contrapartida, quando inicia o outono, para o hemisfério sul ou primavera, para o hemisfério norte, essa constelação se localizará próxima do horizonte oeste, poucos instantes depois do ocaso do Sol e seu tempo de observação será curto.

 

Sem dúvida é uma bela constelação para ser observada e fácil de ser localizada. Suas estrelas principais, que fazem parte do corpo do guerreiro, podem ser observadas mesmo nas cidades com alto índice de poluição luminosa. Além disso, é nessa constelação que se localizam as populares "Três Marias" e a bela nebulosa de Órion (M42), observada a olho nu em locais distantes da poluição luminosa. Essa nebulosa, pode ser observada também com auxílio de um simples telescópio ou binóculo apoiado num tripé, mesmo nas grandes cidades com poluição luminosa. Geralmente, quando visível no céu, essa é a primeira constelação observada pelos iniciantes na Astronomia Observacional.

 

Para esse mês de dezembro, como a constelação do Órion representa o verão para os moradores no hemisfério sul e o inverno para os moradores do hemisfério norte, estação essa que inicia no dia 21, às 10h43min, poderemos observá-la pouco acima do horizonte leste, após às 20 horas (aproximadamente). Com o avançar das horas, essa constelação ganha altura e atingirá o ponto mais alto do céu, por volta das 23 horas. Após isso, o caçador Órion se dirige para o horizonte oeste e antes que ocorra o seu ocaso, suas estrelas serão ofuscadas pelos raios solares. Assista o vídeo 9 para saber mais sobre como observar a constelação de Órion, além das constelações do Touro, Cão Maior, Cão Menor e Gêmeos para esse mês.

 

 

Vídeo 9. Como observar a constelação de Órion, em dezembro de 2016.

 

 

A NEBULOSA DE ÓRION (M42)

 

 

Para localizar a nebulosa de Órion basta localizar as populares "Três Marias". Essas três estrelas formam um grupo aparentemente alinhados que representam o cinturão do guerreiro Órion. Quase que perpendicular as "Três Marias" pode ser observada a nebulosa de Órion. Essa nebulosa pode ser contemplada a olho nu em locais que não possuem poluição luminosa, apresentando uma tênue mancha no céu ou com uso de telescópio ou binóculos apoiados em tripé mesmo nas grandes cidades que possuem poluição luminosa. Vale lembrar ainda que esse aglomerado está próximo da constelação do Touro que possui um aglomerado estelar aberto, chamado de Híades (na forma de V que simboliza a cabeça do Touro) e também das constelações do Cão Maior e do Cão Menor. Todas essas possuem estrelas muito brilhantes e são fáceis de serem identificadas no céu.

 

 

Sem dúvida essa é uma das nebulosas mais observadas e contempladas pelos astrônomos profissionais e amadores. Possivelmente registrada pela primeira vez em 1610 por Nicholas-Claude Fabri de Peiresc, foi descrita por Galileo Galilei em 1617.

 

A Nebulosa de Órion, catalogada como M42 do catálogo de Messier e NGC 1976 é a nebulosa mais brilhante do céu e também um dos objetos profundos mais brilhantes. Com magnitude de 4.0 esse objeto pode ser visível a olho nu em boas condições de observação (sem a interferência do brilho da Lua por perto e fora da poluição luminosa) e demonstra ser umas das mais lindas imagens quando observada através de telescópios de todos os tamanhos, desde os maiores até os de pequenos portes, bem como os que estão no espaço como, por exemplo, Telescópio Espacial Hubble. É também um grande objeto no céu, que se estende com mais de 1 grau de diâmetro.

Essa nebulosa fica a uma distância de cerca de 1600 (ou talvez 1500) anos-luz. Em sua extremidade norte, a nebulosa é dividida por uma faixa escura conspícua, bem visível na nossa fotografia. Esta imagem foi obtida por Marcos Calil localizado em São Paulo, operando remotamente um telescópio localizado nas Ilhas Canárias na África. O telescópio possui 85mm de abertura acoplado numa CCD Kodak KAI-2020M.

 

 

 

 

 

A nebulosa de Órion por Marcos Calil.

 

Foto. A nebulosa de Órion por Marcos Calil.

 

Para saber mais informações sobre a constelação do Órion e as "Três Marias" assista o vídeo 10.

 

 

Vídeo 10. A constelação de Órion por Marcos Calil.

 

 

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13- Aglomerado Estelar M35

 

 

 

O aglomerado estelar aberto M35, também classificado como NGC 2168, é um belo aglomerado que pode ser observado a olho nu em condições ideais de observação. Com sua magnitude equivalente a 5.5, esse aglomerado requer uma certa habilidade do observador quando observado a vista desarmada. Numa noite sem a interferência da Lua é possível ver uma "mancha" muito tênue no céu noturno em locais onde não possuem poluição luminosa. Porém, o mais indicado é que o observador utilize um binóculo para poder contemplar todas as estrelas desse aglomerado aberto, sendo essa maneira contemplado, mesmo em cidades com poluição luminosa. Por ser um aglomerado aberto o uso de um telescópio não é a melhor pedida, pois o observador apreciará apenas parte desse aglomerado, uma vez que seu tamanho angular é de 0,57 graus. A distância desse aglomerado é de 2800 anos-luz e está localizado na constelação do Gêmeos.

 

Durante esse mês, M35 poderá ser observado após às 21h30min (aproximadamente), pouco acima do horizonte nordeste. Com o avançar das horas, esse aglomerado estelar caminha de forma aparente para o horizonte norte até antigir sua máxima altura, por volta das 1 hora. Após isso, esse aglomerado estelar caminha para o horizonte oeste e antes que ocorra o seu ocaso, os primeiros raios solares estarão despontando no céu, ofuscando o seu brilho.

 

Em especial, em 14 de dezembro, a Lua estará próxima desse aglomerado. Para essa noite, a Lua estará com 98% do seu disco iluminado, ofuscando o brilho desse belo aglomerado. Por essa razão, apesar da Lua ser um ótimo referêncial para localização de M35, aconselhamos a contemplação desse aglomerado nas outras noites que a Lua não irá ofucar seu brilho. Assista o vídeo 11 para saber como localizar e observar o aglomerado estelar M35, além das constelações de Gêmeos, Órion e Touro.

 

 

Vídeo 11. Como observar o aglomerado estelar M35, em dezembro de 2016.

 

 

Aproveite para obter várias fotos. Não tenha receio de capturar sua câmera digital, ou até seu celular que contenha uma câmera para tentar obter algumas fotos. Mas lembre-se que o tripé sempre é uma excelente pedida. Se você obter algumas fotos envie para o nosso Twitter para compartilharmos com todos via RT.

 

 

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14- Aglomerado Estelar M44

 

 

 

Fora das grandes cidades que possuem um alto índice de poluição luminosa é possível observar esse aglomerado a olho nu. Por causa do seu forte brilho esse aglomerado é conhecido desde tempos pré-históricos.

 

Algumas antigas escrituras estão associadas a esse objeto: gregos e romanos viram essa "nebulosa" como a manjedoura. Ptolomeu menciona como uma das sete "nebulosas" que ele observou, na sua obra Almagesto. Galileu relatou que este objeto "nebuloso" não era apenas uma estrela como os antigos pensavam, mas uma massa de mais de 40 pequenas estrelas.

 

A dúvida se esse objeto era uma só estrela ou um conjunto de estrelas foi resolvido (possivelmente) por Peiresc em 1611, o descobridor da Nebulosa do Orion (M42). Um ano mais tarde, após a observação de Peiresc, em 1612 esse mesmo objeto foi observado  e relatado como um aglomerado estelar por Simon Marius. Charles Messier adicionou-o no seu catálogo em 4 de março de 1769, como o objeto de número 44, por essa razão M44.

 

 

 

 

O aglomerado da Colméia por Marcos Calil.

 

Foto. O aglomerado da Colmeia por Marcos Calil.

 

Sabemos e aceitamos atualmente que mais de 200 das 350 estrelas na área do aglomerado foram confirmadas como membros. Algumas outras são estrelas de primeiro ou segundo plano, ou seja, que estão à frente ou atrás desse aglomerado. De acordo com a nova determinação da ESA, utilizando o satélite Hipparcos, o aglomerado está 577 anos-luz distante da Terra (estimativas anteriores davam o número de 522 anos-luz), e sua idade foi estimada a cerca de 730 milhões de anos. Curiosamente, tanto nesta idade e à orientação de uma boa resolução de M44 coincide com as das Híades, outro aglomerado estelar famoso e observável a olho nu, porém, que não foi incluída na lista Messier e nem no catálogo NGC e IC, que está atualmente estimada numa idade de cerca de 790 milhões de anos. Provavelmente estes dois objetos, embora agora separados por centenas de anos-luz, têm uma origem comum, em algumas grandes nebulosas gasosas difusas que existiram entre 700 a 800 milhões de anos atrás. Por conseguinte, também a população estelar são semelhantes, ambos contendo gigantes vermelhas (M44, pelo menos, 5 delas) e algumas anãs brancas.(fonte: http://www.seds.org/MESSIER/M/m044.html)

 

Na noite de 16 de dezembro, será possível observar entre 23 horas até o amanhecer a aproximação da Lua com M44. Para a noite essa noite, a Lua estará com 87% do seu disco iluminado. Assista o vídeo 12 para saber como localizar e observar o aglomerado estelar M44 no céu da sua cidade.

 

 

 

Vídeo 12. Como observar o aglomerado estelar M44, em dezembro de 2016.

 

 

Aproveite para obter várias fotos. Não tenha receio de capturar sua câmera digital, ou até seu celular que contenha uma câmera para tentar obter algumas fotos. Mas lembre-se que o tripé sempre é uma excelente pedida. Se você obter algumas fotos envie para o nosso Twitter para compartilharmos com todos via RT.

 

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15- Constelação do Leão

 

 

 

A constelação do Leão é a constelação típica do outono para os observadores do hemisfério Sul. Isso porque, quando inicia essa estação do ano a constelação do Leão surge durante o anoitecer na linha do horizonte leste. Com o avançar dos meses, quando inicia o inverno, a constelação do Escorpião surge na linha do horizonte leste no anoitecer (representando a constelação dessa estação), enquanto que a constelação do Leão estará próxima do horizonte oeste. Para a primavera, a constelação de Pégaso estará presente no horizonte leste, após o ocaso do Sol. Isso porque, essa constelação representa a primavera e, durante essa estação, o Leão pode ser observado surgindo no horizonte leste, na alta madrugada.

 

Algumas das estrelas da constelação do Leão podem ser observadas mesmo nas cidades que possuem um alto índice de poluição luminosa e com um pouco de atenção o desenho do Leão se fará presente no céu. Logicamente, para quem estiver fora das grandes cidades, ou seja, em locais sem a influência das luzes, a constelação se mostrará mais nítida. As estrelas Regulus, Denebola, Zosma e Algieba são as estrelas que podem ser facilmente contempladas e marcam parte do desenho do Leão. É interessante saber os nomes das principais estrelas que compõe essa constelação, onde Regulus significa "pequeno rei", Denebola a "cauda do leão", Algieba "do sul" e Zosma significa "quadril".

 

Durante esse mês, o Leão se fará presente no horizonte leste, à partir da 1 hora da manhã (aproximadamente). Depois, com o avançar das horas, pouco antes que essa bela constelação chegue no ponto mais alto do céu, em relação ao observador, os primeiros raios solares irão surgir e ofuscar o brilho das estrelas que compõem a constelação do Leão. Assista o vídeo 13 para saber como localizar a bela constelação do Leão no céu da sua cidade.

 

 

 

Vídeo 13. Como observar a constelação do Leão, em dezembro de 2016.

 

 

Aproveite para obter várias fotos. Não tenha receio de capturar sua câmera digital, ou até seu celular que contenha uma câmera para tentar obter algumas fotos. Mas lembre-se que o tripé sempre é uma excelente pedida. Se você obter algumas fotos envie para o nosso Twitter para compartilharmos com todos via RT.

 

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16- Satélites artificiais

 

 

 

Diversos satélites artificiais podem ser observados a olho nu passando pelo céu. Na maioria das vezes esses satélites podem ser contemplados durante o anoitecer ou amanhecer. Entre eles estão os Iridiums, o Telescópio Espacial Hubble (HST), a Estação Espacial Internacional (ISS), Genesis-1 e 2, entre tantos outros. Para observá-los não é necessário telescópio ou binóculo. Basta saber o dia, horário e local certo para observar um ponto prateado cruzando o céu.

 

Para quem deseja obter informações mais detalhadas sobre a passagem da ISS e outros satélites artificiais recomendamos o site Heavens-above. Após o acesso no site o observador deve apenas preencher o nome da sua cidade no campo específico e apertar ENTER. Clique sobre sua cidade relacionada com seu estado e boas observações. Caso você tenha dificuldades ou deseja aprender mais sobre observações de satélites artificiais a olho nu acesse a palestra/oficina de Marcos Calil.

 

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17- Softwares Astronômicos

 

 

 

Alguns softwares podem auxiliar o observador quanto o reconhecimento dos objetos celestes no céu. Esses softwares podem apresentar mais ou menos recursos que vão desde os nomes das estrelas até a conexão com telescópio direcionando esse equipamento para o objeto que é mostrado na tela do computador. Além disso, alguns chegam a custar US$ 600,00 e outros são gratuítos e não perdem em nada comparado com os softwares pagos. Relaciono abaixo alguns softwares simuladores do céu:

 

 

Stellarium - Sem dúvida, entre todos os softwares gratuítos a melhor opção é o freeware Stellarium que pode ser instalado no seu computador sem a necessidade de ficar conectado na internet. Como esse software é opensource, ou seja, código aberto onde os usuários podem programar coisas novas, sempre existem novas versões. Porém, para o usuário que não domina a linguagem de máquina o indicado é ter sempre uma versão anterior em relação a última que foi lançada. Isso evite os famosos bugs no software, uma vez que alguns usuários se dedicam somente para arrumar os problemas das últimas versões.

 

 

Sky View Cafe - Esse site apresenta uma carta celeste em JAVA no seu computador. Dessa forma você poderá saber onde estão os planetas no céu e os horários exatos do nascer e ocaso dos planetas para sua cidade. A opção Moons/GRS oferece as posições das luas de Júpiter e Saturno para noite e horário desejado. É necessário ter uma conexão em alta velocidade.

 

 

Neave Planetarium - Outro site que apresenta uma carta celeste no seu computador, necessitando que você esteja conectado com uma internet em alta velocidade. Para todos os softwares de simulação do céu, atente antes de qualquer coisa de inserir sua latitude e longitude, além do fuso horário.

 

 

Planisfério - Caso seja complicado levar um notebook a campo, "baixar" o software Stellarium ou se conectar na internet em banda larga a opção mais simples, barata e funcional é usar um planisfério. A única desvantagem é que esse "equipamento" não representa os planetas, uma vez que esses objetos celestes não são "fixos" no céu como as estrelas (sabemos que as estrelas possuem movimento próprio, mas para o uso de um planisfério didático isso não importa). Você pode optar em construir e levar um planisfério de papel a campo e realizar suas observações com tranquilidade. O planisfério é uma espécie de carta celeste que mostra as constelações numa folha de papel de acordo com sua latitude sendo válida para todos os anos de sua vida. Como o planisfério depende da localização do observador (mais especificamente da latitude), recomendo que você monte o seu. A professora Maria de Fátima Saraiva junto com seus orientandos ensina como montar e usar um planisfério para as latitudes de 10, 20 e 30 graus que respondem bem para diferentes estados do Brasil.

 

 

Para saber mais sobre softwares de Astronomia que auxiliam no reconhecimento do céu assista os vídeos gravados e roterizados por Marcos Calil.

O primeiro vídeo possui 5min47s e o segundo vídeo possui 7min44s de duração.

 

 

 

 

Vídeo. Softwares de Astronomia por Marcos Calil - Parte 1 de 2.

 

 

 

 

 

Vídeo. Softwares de Astronomia por Marcos Calil - Parte 2 de 2.

 

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18- Carta Celeste Online

 

 

 

Disponibilizamos duas cartas celeste on line.

 

Crédito: Fourmilab.ch - insira os parâmetros desejados e clique em Update:

 

Data e Horário
Tempo Universal:
Local de Observação
Opção de Exibições

         Limites
Estrelas:
        Mostrar estrelas com magnitude de até
         Nomes para magnitude
         Bayer/Flamsteed códigos para magnitude
Inverter Norte e Sul
Tamanho da imagem: pixels    Imagem dinâmica
Tamanho da fonte:
Esquema de cores:

Asteróides e

passagens de cometas


Insira elementos orbitais:

 

 

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19- Qual telescópio comprar?

 

 

 

Por diversas vezes os amantes da Astronomia Observacional se questionam qual o melhor telescópio ou binóculo comprar. Não é uma decisão fácil, pois existem muitas variantes que determinam um bom telescópio ou binóculo, além das opções existentes no mercado. Sem falar das diferenças enormes de preços. Por essa razão, a meteorologista Josélia Pegorin, da Climatempo, entrevistou Marcos Calil para saber qual o melhor telescópio ou binóculo deve ser comprado. Assista as entrevistas:

 

 

Climatempo News - Nesta edição do Clima no Céu, Marcos Calil dá dica para você escolher o melhor binóculo para observações astronômicas.

 

 

 

Vídeo. Qual melhor binóculo comprar?

 

 

 

Climatempo News - Nesta edição do Clima no Céu, Marcos Calil dá dica para você comprar seu primeiro telescópio sem ser enganado.

 

 

 

Vídeo. Qual melhor telescópio comprar?

 

 

Climatempo News - Nesta edição do Clima no Céu, Marcos Calil dá dica para você escolher um bom tripé para seu telescópio.

 

 

 

Vídeo. Qual melhor tripé para telescópio?

 

 

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Bons céus para todos nós...

Marcos Calil


 

Interações com Marcos Calil

 

 

 

Você pode interagir conosco através do:

 

Site: www.climatempo.com.br > ASTRONOMIA (Shortlink: http://bit.ly/dW16UU)

 

Twitter: http://twitter.com/marcoscalil

 

Além de assistir nossos programas Momento Astronômico e Observatório no nosso site http://www.momentoastronomico.com.br/programas/programas.html

(Shortlink: http://bit.ly/hc0O8P)

 

Conteúdo e ilustrações: Marcos Calil

 


 

Fontes

 

 

 

METEOROS

 

Meteor Data Center (UAI) - http://www.astro.amu.edu.pl/~jopek/MDC2007/Roje/roje_lista.php?corobic_roje=0&sort_roje=0

Pela ordem de classificação: http://fireballs.ndc.nasa.gov/cmor-radiants/iau-mdc/

 

International Meteor Organization (IMO) - http://www.imo.net/files/data/calendar/cal2015.pdf

 

Alpo Meteor Shower List - http://www.tvcomm.co.uk/radio/metshwr.html

 

CalSky - http://www.calsky.com/cs.cgi/Meteors/

 

The American Meteor Society - http://www.amsmeteors.org/meteor-showers

 

Meteoroid Environment Office - http://www.nasa.gov/offices/meo/home/#.VD_pLmddUW4

 

Univerzita Komenského V Bratislave - http://www.daa.fmph.uniba.sk/files/Matlovic_2013.pdf

 

Brazilian Meteor Observation Network (BRAMON) - https://www.facebook.com/bramonbr/

 

United Kingdom Meteor Observation Network (UKMON) - http://www.ukmeteorwatch.co.uk/archive/stats

 

METBlog - http://www.bootesvoid.com/list-of-meteor-showers

 

Meteor Showers On Line - http://meteorshowersonline.com/calendar.html (dados não atualizados, desde 07/03/2007)

 

 

 

COMETAS

 

Seiichi Yoshida´s Home Page - http://www.aerith.net/index.html

 

CalSky - http://www.calsky.com/cs.cgi/Comets/

 

Rede de Astronomia Observacional (REA) - http://rea-brasil.org/cometas/

 

 

OCULTAÇÕES

 

International Occultation Timing Association (IOTA) - http://iota.jhuapl.edu/

 

Rede de Astronomia Observacional (REA) - http://rea-brasil.org/ocultacoes/

 

 

ECLIPSES

 

Eclipse Web Site (NASA) - http://eclipse.gsfc.nasa.gov/eclipse.html

 

 

ANUÁRIOS

 

Anuário do Observatório Nacional (ON) - http://www.on.br/coaa/conteudo/pdf/SecaoA_17A%20a%2026A_2016.pdf

 

Anuário Interativo do Obeservatório Nacional (ON) - http://euler.on.br/ephemeris/index.php

 

 

 

EFEMÉRIDES

 

Institut de mécanique céleste et de calcul des éphémérides (IMCCE) - http://www.imcce.fr/en/ephemerides/

 

Solar System Dynamics (NASA) - http://ssd.jpl.nasa.gov/?ephemerides

 

U.S. Naval Observatory - Astronomical Applications Department - http://www.usno.navy.mil/astronomy

 

IN-The-Sky.org - http://in-the-sky.org/newscal.php?

 

 

APOIO PARA MONITORAMENTO

 

Rede de Astronomia Observacional (REA) - http://www.rea-brasil.org/

 

 

EXTRA HEMISFÉRIO SUL

 

Royal Astronomical Society of New Zealand - http://www.rasnz.org.nz/SolarSys

 

 

APOIO GERAL (Aos mestres com carinho!!!)

 

Ronaldo Rogério de Freitas Mourão - Anuário de Astronomia e Astronáutica

 

Uranometria Nova - Irineu G. Varella & Priscila D. C. F. de Oliveira - http://www.uranometrianova.pro.br/

 

 

OBSERVATÓRIOS COM TRANSMISSÕES ONLINE DE FENÔMENOS ASTRONÔMICOS

 

Slooh - http://events.slooh.com/ (Telescópios na Austrália, Ilhas Canárias e Chile)

 

The Virtual Telescope Project 2.0 - http://www.virtualtelescope.eu/webtv/ (Itália - Bellatrix Astronomical Observatory)

 

Marcos Calil - https://www.youtube.com/marcoscalil (São Bernardo do Campo, São Paulo, Brasil)

 

Ciência e Astronomia - https://www.youtube.com/user/cienciaeastronomia (Sistema colaborativo com telescópios no Brasil)

 

NASA Marshall Space Flight Center (MSFC) - http://www.ustream.tv/channel/nasa-msfc (Huntsville, Alabama, Estados Unidos)

 

Coca-Cola Space Science Center - http://www.ccssc.org/rtmn/default.aspx (Columbus, Georgia, Estados Unidos)

 

 


Softwares

 

 

 

2000 Space.com Canada Inc - Observatório Astronômico Atlas Estelar (Starry Night)

 

D. Herald - OCCULT Predictions v. 3.6.0

 

Ephemeris 2.0 - Jonathan Sachs

 

Stellarium - versão 0.11.4

 

Stephen Michael Schimpf - CyberSky 4.0

 

Skymap Pro

 

Cartas du Ciel

 

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Agradecimentos

 

 

Para minha filha Isabel que nasceu, em 27 de janeiro de 2015!!! A melhor efemérides que me ocorreu na vida!

 

Fernanda Calipo Calil, minha amada esposa que mesmo nós estando na Itália me ajudou a publicar essa edição.

 

 

 

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